quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Coincidências

Dizem que não há coincidências... mas há!
Devo conhecer 5 pessoas que vivem cá e, por acaso, conhecem-se quase todas entre elas!Cheguei ao cúmulo de ir jantar sábado para conhecer mais pessoas nesta grande cidade e à mesa estava uma rapariga espanhola que trabalhou comigo no hotel, que eu ainda não tinha contactado. O facto de o meu amigo (elo de ligação) e ela se conhecerem não é assim tão especial porque a irmã dele trabalha no hotel, mas o facto de no primeiro jantar combinado nos encontrarmos assim parece-me estranho!

Quem me viu e quem me vê!

Mãe: estou a comer verduras!
chego a comer legumes que nem sei bem o que são. Mas descobri que sou mesmo fã da beringela, não muito comum em Portugal, mas em Espanha é quase como a cebola, lol!

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Adoro I

Os aparca-coches!

Sair é tão mais fácil assim, até a meu carocha estacionam. Um pequeno detalhe é que não se responsabilizam pelas multas... e a polícia está tão agressiva por aqui que....não sei não!

Momento culinário I

Pão com queijo de cabra no forno com um toque de mel:
Não que seja especialmente espanhol mas é tão fácil e tão bom, o queijo tostadinho!
Basta comprar o queijo que em algumas embalagens já vem cortado, pôr no pão e forno 1 minutinho. Ao tirar por cima põe-se um fio de mel! Delicioso!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Domingo familiar II

Ontem o almoço foi em casa. A minha irmã veio almoçar e a Lydia cozinhou umas ameijôas e um peixinho!
Um típico programa de Domingo que tanto gosto... que saudades tenho do meu sobrinho e só passou 10 dias.
Espanhóis e portugueses sentados a mesa, como acrescentou o meu pai: " Com os nossos filhos!"

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Noites espanholas I

Ontem foi a minha segunda noitada em Madrid desde sempre. É incrível como passei cá tantos verões e mal ou mesmo nada conheço deste culto.
A primeira vez foi há um ano com duas amigas minhas e o meu pai num desses fins de semana que passei cá. Foi no mínimo bizarro ir sair com o meu pai, mas acabou por ser ele o rei da noite, eheh. Fomos ao Gabbana (não gostei nada!), ao Fortuny e à Capital (cá do sítio).
Desta vez e passado um ano, fui jantar com um amigo meu que cá vive e uns amigos dele. Quando recebi a mensagem confesso que não me apeteceu nada ir. Tinham marcado num japonês! No meu primeiro evento social ia passar por "enjoadinha", mas lá me enchi de coragem, pensando que algum dia tinha de provar para dizer que não gosto (se bem que só a idéia de peixe cru...). Fomos ao Ayala Japón, os especialistas escolheram e eu pelo sim pelo não pedi uma tacinha de arroz branco e um sollomillo (bife do lombo) para o caso, muito provável, de não comer nada do resto.
A verdade é que não posso dizer que não gostei da experiência, também não consigo dizer que gostei e quero repetir em breve. É estranho, mas não consegui decifrar se gostei ou não de muitos dos pratos que foram pedidos... talvez porque não tenha um sabor intenso?!
Fiquei a conhecer, não odiei e companhia foi muito agradável numa mesa dividida entre espanhóis e portugueses.
A seguir fomos ao Castellana 8, Um bar/disco bastante grande, decoração moderna e música agradável.

Daí fomos ao Pacha, uma das discotecas in de Madrid. Tem três andares. O primeiro com música LUX, um segundo pequeno de Hip-Hop e o terceiro do género último andar da Kapital, mais "selecto" com música bastante comercial.
A noite acabou numa cave, com um miúdo a tocar guitarra e um dos meus amigos a comer uma spaguetti bolonhesa, BArghh

Domingo familiar I

A semana passada fui ao almoço de família que se fazem todos os domingos em casa dos pais da Lydia. Em nada me surpeendeu este ritual semanal uma vez que também temos esse hábito. O meu pai bem me tinha avisado que era uma data de miúdos a correr de um lado para o outro, mas nada me tinha preparado para o que eu ia assistir. Não sabia ou não me lembrava que a Lydia tinha nada mais nada menos que 6 irmãos!!!
O almoço informal familiar só entre pais, filhos e netos rondava as 31 pessoas! os pais (avós), os seis filhos e respectivas/0s e os respectivos 13 filhos ( mais um a caminho).
O almoço divide-se em duas fases, uma para a criançada e uma outra para os adultos. É surreal, as crianças têm idades compreendidas entre os 1 e 16 anos, é uma loucura.
Imagino como seria a minha família que já faz muito barulho e é constituída por 7 elementos, multiplicada!
Um almoço no mínimo peculiar!

1º almoço profissional

Uma pequena reunião mensal levou-nos depois a um almoço de convívio na sexta. Fomos as 5 ao Nicomedes. Está perto de casa, simpático, a comida bastante boa.

Resultado: 3 horas sentadas a mesa. Com o que eu gosto de estar horas em restaurantes, mas foi divertido conhecer o ponto de vista de 4 mulheres com mais de 40 anos.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Há detalhes que tornam tudo mais fácil!

As pessoas perguntam várias vezes se não prefiro dividir um apartamento com alguém que conheça ou que passe a conhecer em vez de viver com o meu pai, com a Lydia e com os dois filhos adolescentes que tem, fora do centro de Madrid. Mas a verdade é que não, pelo menos por agora.
Chamem-me comodista, preguiçosa e tudo mais, mas estou bastante bem instalada aqui, com um conforto que obviamente não consigo ter noutra casa, muito menos na minha em Lisboa. Claro que vivendo sozinha obtém-se outro tipo de conforto, mas aqui em Madrid nunca seria para viver sozinha e a verdade é que, quando se divide casa com amigos, a nossa privacidade acaba por se reduzir ao nosso quarto.
É verdade! Não estou a dividir casa com pessoas da minha idade o que facilitaria a minha integração social, mas divido com pessoas que me tratam muito bem e fazem questão que eu tenha privacidade, por mais difícil que isso seja numa casa com tanta gente. Tenho as minhas chavitas e faço a vida que quero desde que avise com tempo se almoço ou janto em casa. Para essa parte, conheço algumas pessoas que ajudam a que a minha vida social não seja nula, embora eu seja difícil de arrancar de casa. Para não falar que está cá uma das minhas irmãs a viver.
Viver numa casa familiar e especialmente numa casa onde viva o meu pai tem confortos materiais que também substituem em parte outros que possam faltar.
  • A casa tem jardim com piscina. Eu estou instalada no sotão, num espaço com 40m2 com terraço. Metade é o meu quarto e a outra metade separada por um biombo é o escritório. Sim, trabalho onde durmo e vice-versa! Tem muita luz, tenho a minha casa-de-banho e no mesmo andar está um quarto de visitas onde o meu pai se instalou! Tem a sua TV, a sua internet, enfim o seu mundo! E na cave (que aqui chamam de sotano, só para confundir) há uma sala para os miúdos com playstation (sim JP, podes vir visitar-me, lol), jogos e bicicleta elíptica para o caso de eu voltar a me dedicar ao desporto, neste caso ao Fitness.
  • Um dos vários luxos é empregada interna. Em Espanha é muito comum este sistema e é óptimo. Não cozinho, não ponho mesa, não lavo louça, não passo a ferro, não lavo roupa, enfim não faço nada doméstico, eheh. Como será voltar a minha realidade?? Isto não me ajuda muito a desenvolver as minhas capacidades domésticas que já eram algo limitadas, mas enfim... VENHA O LUXO!
  • Outro detalhe que ajuda estar longe é a internet. É realmente fantástico poder estar a falar com toda a gente no messenger, falar e ver as pessoas no skype de borla ou telefonar a um preço irrisório (também por Skype) com quem não funciona muito bem com estas tecnologias ou não as tem em casa. E esta internet não é "emprestadada", se é que me entendem!
  • O meu grande amigo GPS, que já referi noutro post, traz-me uma enorme autonomia! Já avisei que não o devolvo!
  • Trabalhar em casa pode ter as suas desvantagens, como por exemplo, a difícil concentração no que é REALMENTE trabalho e estar enfiada em casa (Se bem que algum trabalho é na rua), mas também traz alguma comodidade como o facto de acordar as 9h da manhã (Começo às 9h30), poder ouvir uma musiquinha, dar um saltinho ao frigorifíco, não gastar dinheiro a almoçar fora, não andar no trânsito nas idas e vindas do work e não é dramático atrasar-me um pouco (entre muitas outras). Já para não falar da diferença de regime militar do hotel a um regime mais brando da "madrasta", se bem que ela garanta que quando houver trabalho em massa não vá ser assim!!!
  • Não pago contas o que muito me faz confusão. Sinto-me uma sanguessuga!
  • Viver e trabalhar com a Lydia parece-me fácil. Deste que se siga um mínimo de regras básicas está tudo óptimo, o que é normal, em minha casa também há regras (Poucas mas há)
  • Viver com os filhos da Lydia em nada me perturba, também já têm 13 e 16 anos. Só me tenho que preocupar com o exemplo que possa dar errado ou diferente por ter tido a mesma educação que eles. Se bem que o que se aplica a eles, obivamente não se aplica a mim. Alguma vantagem tem de haver ter mais 13 anos!
  • Viver com meu pai, que muito me assustava por ter a personalidade especial que tem, tem sido também fácil e divertido. Deve ser por ser novidade!

Sei que ainda só passaram 10 dias, é cedo para balanços, mas dá para ter uma ideia geral. Afinal tenho 26 anos. Gosto de viver na minha casinha em Lisboa, mas não sou fã de viver sozinha. Habituada a viver com 3 mulheres e numa fase final com cão e gatos, estar sozinha em casa é extremamente silencioso. Mas como vivia (em Lisboa) no mesmo prédio que a minha mãe e irmãs, passear de roupão pelos vários andares de cada casa era um caso constante (Bom a parte do roupão só para casa da minha mãe, é só subir um andar!). Gosto do convívio familiar e por isso não custa nada!

OBRIGADA POR ME RECEBEREM EM VOSSA CASA!


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Jantares III - Lucca

Ontem fui jantar com uns amigos meus. Eles queriam ir ao Lateral again dada a proximidade do local de trabalho de um deles que teria de voltar quando acabasse (coitado!). Como eu tinha ido ao Lateral na véspera, acabamos por ir ao Lucca. Um restaurante italiano simpático, a comida era boa (Vou ter de começar a pontuar!), um jantar agradável...

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Jantares II - Lateral

Ontem fui jantar com a Sílvia ao Lateral. Já tinha estado uma vez no restaurante, mas estava tão cheio que desistimos. Desta vez estava igualmente cheio, mas esperámos, 15 minutos mais tarde tinhamos mesa. Lá comemos umas tapas. Pelo que sei está bastante na moda, gente gira e uns petiscos bem bons para quem não tem problemas de colesterol. O problema dos espanhóis é que gostam de fritar tudo. De facto fica óptimo, mas o que era saudável deixa de o ser!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Jantares I - Fim de semana de chegada

Na Sexta fomos jantar ao DORSIA. Um restaurante simpático, espaçoso, com dois écrans gigantes que estão sempre a passar documentários ou vídeo clips. É estranho porque está dentro de um centro comercial, mas está a ficar bastante conhecido. Pode-se jantar lá (e janta-se muito bem) e depois "transforma-se" em bar. Tem um palco e uma banda residente que toca e canta muito bem e bastante divertidos. A música começa calminha, uns clássicos e começa a animar e o que era um bar transforma-se praticamente em discoteca até às 4 da manhã!
No Domingo fomos jantar ao Real Café Bernabéu. Uma escolha também fora do vulgar... o restaurante está em cima das bancadas do estádio do Real Madrid. Jantámos também bem, mas infelizmente o aquecimento estava mesmo em cima de um dos lados da mesa e um dos focos mesmo em cima de um dos convivas, o calor era tanto e o desprezo dos empregados também (infelizmente) que decidimos mudar de mesa agarrando cada um nas suas coisas. Também se esqueceram de um dos pratos, mas lá fizeram uma atenção na conta pelo incómodo. Enfim, quem não conhecia não deve voltar lá, mas vamos lhe dar o benefício da dúvida.

Obrigada pelo apoio!

Este post já devia ter sido escrito há uns dias mas muito obrigada pelas mensagens e conversas virtuais. Ajuda estar um pouco mais longe que os outros!

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Gasolina

Quando se atesta o carro nota-se uma diferença considerável no preço da gasolina. Por isso fui pesquisar os preços em Portugal e em Espanha.
Em Lisboa o preço praticado pela Galp, por exemplo, para a gasolina sem chumbo 95 varia entre 1.208€ (Galp Belém) até 1.236€ (Galp em Lisboa), sendo o preço mais comum 1.232. Em Madrid varia entre 0.909€ (Nos arredores) até 1.032€, sendo o preço mais comum 0.966 o litro.
Chego então à conclusão que em média o preço varia em 0,266 (2cent e uns trocos) entre Portugal e Epanha, o que dá a quarenta litros mais ou menos 10€, podendo chegar a uma diferença de 3 cêntimos/litro (o valor mais baixo em Lisboa e mais baixo em Madrid).

A carta a pontos! Coitados!

Como condutora, espero que esta ideia nunca chegue a Portugal, mas, de facto, reparei na auto-estrada que esta gente não passava dos 140 e e!! Que civilizados...
Resumindo (ou não!), as pessoas que tem mais de três anos de carta têm um saldo de 12 pontos e os outros têm 8 pontos.
Tipo de infracções: Infracções graves com diferentes pontuações que variam de 2 a 6 pontos como falar ao telemóvel, conduzir sem cinto, sem capacete, excesso de velocidad etc etc (ver link).
Quando perdes os pontos todos: pela 1ªvez não só tens de pagar a multa como ficas sem carta durante seis meses, tens de fazer um curso de sensibilização de 24 horas (320€), tens de fazer e um exame teórico. Ao fim de seis meses, podes voltar a conduzir com um saldo de 8 pontos. Mas cuidado: se fores recorrente ficas sem carta durante um ano!!!
Uma boa notícia: só podem tirar até 8 pontos num dia, mas podem tirar-te a carta, dependendo da gravidade da infracção.
Se fores um condutor exemplar: Se não cometeres nenhuma infracção em três anos ganhas dois pontos e nos três anos seguintes, ganhas um ponto, ou seja, em seis anos sem nenhuma infracção que te tire pontos podes acumular 15 pontos (Máximo de pontos que podes acumular). QUE BOM!
Para recuperar pontos: basta fazeres um curso de sensibilização de 12horas (170€) , e "ganhas" até 4 pontos (nunca mais daqueles que perdeste). Atenção porque só podes fazer este curso de dois em dois anos...
Aos profissionais: Também perdem pontos se as horas de descanso não forem cumpridas e a taxa de alcoolémia é mais baixa. Mas à 1ª vez ficam sem carta 3 meses e das outras 6 meses e podem fazer o curso para recuperar pontos uma vez por ano.
Caso cometas uma infracção grave podem tirar-te a carta por 1 a 3 meses e pagas a multa. Mas se também ficares sem pontos, já sabes! eheh. para controlares o teu saldo podes ir a net, tipo conta bancária, ao site da DGT espanhola.
Ainda bem que sou portuguesa, se bem que tive 6 anos sem cometer uma única infracção grave! ou sem ser apanhada!
A carta por pontos está em vigor em vários países da Europa como por exemplo no Reino Unido (desde 1982), França e Alemanha e conseguiram descer o número de acidentes em 10% num ano! E a aposta na formação e sensibilização dos condutores é o principal factor para atingirem estes resultados. Será que precisamos disto?

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Apresento-vos o meu novo melhor amigo: GPS!

Chama-se Tomtom (os amigos tratam-no por Tommy) e é um instrumento fundamental quando se chega a nova cidade, então nesta é vital!

Já tinha visto um GPS, claro, mas não conhecia o prazer e descontracção de conduzir com esta maravilha. Para além de indicar o caminho, diz (fala!) quando e para onde virar, e apresenta variadíssimas funções como procurar as bombas de gasolina que se encontram mais perto, centros comerciais, farmácias etc...
É fantástico e mesmo que te enganes, rapidamente te apresenta o caminho alternativo para voltares ao trajecto. Este, na fotografia, é o mais básico, Tomtom One Regional. Tem os mapas da Península Ibérica e é mesmo pequeno ( o "meu" é maior, mas com as mesmas funções). Custa apenas 299€. Acreditem para quem não se orienta bem e para os que se orientam mas não conhecem (not my case!) são uns euritos bem gastos!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Partida: Lisboa - Madrid

8h30! Toca a levantar! Ainda havia coisas para arrumar e a hora de partida marcada para as 10h30.
À medida que os minutos passavam, ia dando-me conta que a vontade de seguir viagem era nula. Durante a última semana já sentia isso, mas sempre pensei que no dia ia estar num "excitex" para me pôr à estrada. A verdade é que esse "excitex" não chegou e em vez disso chegou o pânico e uma enorme vontade de ficar!
Por momentos pensei que não conseguia viajar nesse dia, não estava em estado de conduzir, mas a ideia de adiar para o dia seguinte e tudo se repetir deu-me forças para arrancar. E assim foi, um ligeiro atraso de uma hora e lá ia eu com o meu Ford Ka que quase não arrancava com o peso das malas.
Confesso que a viagem de seis horas estava a contribuir para a "preguiça". Não que não goste de conduzir, mas odeio sim a obrigação de. Sem rádio e sem ninguém para conversar parecia violento. Demasiado tempo para pensar na vida quando o momento era de seguir sem pensar! Além disso já não fazia uma viagem longa a conduzir há algum tempo. O que supostamente me iria salvar do silêncio era o leitor de CDs que a minha irmã me tinha emprestado e o meu telemóvel music edition. Mas o leitor fez-me perder séculos à procura de uns headphones, quando no final de contas, quando quis finalmente usá-lo, não tinha pilhas (pequeno pormenor)! Mas o meu telemóvel foi a "cantar" a viagem toda as trinta músicas que lá tenho.
A viagem fez-se bem, melhor do que pensava, no princípio e no fim um pouco impaciente, tentando sempre não olhar para as placas na estrada para não contar os kms.
A chegada ao solo espanhol fez logo esta menina forreta sentir-se muito melhor pois a gasolina é consideravelmente mais barata. Já a chegada a Madrid foi mais complicada. Estou habituada a conduzir numa cidade que dizem ser das mais caóticas para se estar ao volante e que supostamente os condutores portugueses são uns incivilizados, mas aqui tudo é monumental. Nunca tinha conduzido em Madrid e a primeira experiência tinha logo de ser a entrar na cidade às 17h30, a seguir um itinerário do guia michelin e depois de uma viagem algo cansativa. Até estava a correr bem, quando entrei na M-30 em obras o que me destabilizou totalmente pois toda a sinalização era temporária e não era bem (nem de longe!) a mesma que estava nas minhas folhinhas. Conclusão entrei pelo lado errado da avenida que me levaria a casa! O que vale é que nessa altura o meu Pai estava a chegar a casa e foi me buscar onde estava.
Depois de parar mais uma vez para pôr gasolina, lá chegámos a casa. Que dor de cabeça! 19h e ainda ter que desmontar o puzzle em que se encontrava o meu boguinhas e arrumar a roupa toda. Sim, porque se há coisa que odeio é deixar para mais tarde as arrumações! A lydia foi impecável. o quarto estava todo pronto para a minha chegada e insistiu muito na minha privacidade!
Assim foi, cá estamos... agora é acomodar-me no fim-de-semana e mãos à obra na 2ª feira!